Observações Solares
Desde 1975, a pesquisa solar tem sido o "carro-chefe" em nossa instituição.
Por ser o Sol a estrela em função da qual vivemos e, por ser variável, é de suma importância o acompanhamento diário de suas atividades.
Um dos métodos mais utilizados para a catalogação de manchas e medida da atividade solar é o "Relative-Numbering System after Wölf", que consiste na contagem de todas as manchas solares visíveis, pequenas ou grandes, adicionando-as ao número de grupos multiplicado pelo fator 10.
A fórmula para "Relativenumbers after Wölf" é : R=k(10g+f) , onde 'k' é o fator relativo à abertura do telescópio, fundamental à determinação da quantidade de manchas individuais que poderão ser vistas; 'f' corresponde ao número de manchas; e 'g' , ao número de grupos.
Este sistema, por apresentar algumas desvantagens, principalmente por não considerar o potencial de atividade de cada grupo de manchas solares, vem sendo substituído pelo "CV-Classification Values after Malde".
A partir das 7 "Zürich-classes", Patrick S.MacIntosh, do NOAA-USA, desenvolveu um compreensivo sistema , "Zürich/McIntosh-classifications", adicionando duas novas letras, descrevendo os grupos de manchas de acordo com sua complexidade magnética, extensão e distribuição na fotosfera solar. O resultado deste novo sistema foi 60 classificações definidas para grupos de manchas, onde cada um dos três critérios(letras) contribuem para a idéia de como determinada região apresentava-se, em dado instante, no disco solar.
Gráficos da Atividade Solar
Imagem do SOHO , 27/10/2001 Grande agrupamento de manchas solares, em 18/11/99
Foto de Nelson Travnik

Cúpula para observação solar - Observatório Monoceros

Instrumentos utilizados nas observações solares
Pesquisas : Lucimary Vargas